Tecnologia leva professores de volta aos bancos escolares
Quadro negro, giz
branco e carteiras de madeira, estas são figuras que, aos poucos, têm
feito parte do passado de muitas escolas brasileiras. Assim como a
modernização de aparelhos celulares e computadores, a tecnologia dentro
da sala de aula também tem evoluído e trazido novas formas de estudar.
Para
superar os conhecimentos de uma época em que os “pc’s” ainda não eram
uma realidade, professores têm voltado aos bancos escolares com o
objetivo de acompanhar e implementar o sistema de estudo dos jovens que
já nascem folheando páginas virtuais de um tablet.
Este treinamento de docentes é um serviço oferecido pelo Grupo Cequipel, criador e fornecedor das carteiras informatizadas, que procura agregar valor às suas mercadorias.
De
acordo com o gerente de suporte técnico comercial da empresa, Mauro
Silva, que já treinou mais de 800 professores pelo Brasil, o trabalho
visa habilitar professores a operar as novas máquinas e também
motivá-los em relação à coparticipação entre alunos e mestres.
“Apresento
um filme em que o personagem de 16 anos mostra como a tecnologia está
intrínseca na vida dele. A partir daí, procuro passar ao professor
confiança para que ele possa se integrar ao equipamento, pedindo
inclusive auxílio aos alunos”, descreve.
De
acordo com Mauro, o ponto principal é conscientizar os professores de
que a informação hoje é obtida de várias formas, não somente em sala de
aula. Ou seja, ele está deixando de ser o centralizador de conhecimento
para se tornar um balizador de informações. “Hoje os alunos preferem
obter conhecimento baseando-se em experiências ao invés de ideias
conceituais prontas.
Então,
o melhor meio que proporciona isso são os recursos tecnológicos; por
isso é muito importante a integração do professor com este novo método
de aprendizado”, destaca.
Somente no estado do Paraná já são 300 carteiras informatizadas instaladas e mais de 400 professores treinados.
Fonte: Cequipel
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